Depois do celeiro, as galinhas.
Todos os desenhos até chegar a uma galinha que me agradasse e que encaixasse no cenário do celeiro.
Algumas estão péssimas, outras estão cómicas.
I work as a freelancer or as a team member. I accept work proposals by mail.
02/06/2007
As galinhas
19/05/2007
O Monge, estudo de expressividade
O regresso do Monge Sinistro.
Depois do esboço original convém sempre fazer outros desenhos para dar expressividade ao personagem. Ver como é que ele fala, como fica com a cara quando está espantado, neutro, irritado, feliz, ..., tudo o que são emoções.
18/05/2007
O Monge
22/04/2007
A Mão
Este desenho da minha mão esquerda (eu sou destro por isso desenhar a direita seria mais complicado e moroso) foi feito em 15-20 minutos quando percebi que tinha aula de Ilustração Científica e ainda não tinha feito o trabalho de casa.
Tínhamos de desenhar um objecto e levá-lo para a aula. O que é que podia desenhar e nunca me iria esquecer de levar comigo? A minha mão, claro! A não ser que algo tipo "Texas Chainsaw Massacre" acontecesse, e eu e a minha mão fôssemos por caminhos separados.
12/04/2007
Retrato
Aqui está o meu trabalho mais recente.
O complicado é delimitar a forma, e os espaços entre cada pormenor (olhos, nariz, boca,...), acertando nessa fase o resto é só olhar com olhos de ver para a foto e esborratar grafite com os dedos para fazer sombras suaves. Para ter arestas mais vivas nas sombras, uso o lápis, esborrato com os dedos, e (este é o truque) uso uma borracha maleável. Estas borrachas permitem apagar exactamente onde queremos, ou retirar uma percentagem +/- homogenea de grafite de uma zona. Não fica bem sombrear só com o lápis, fica muito granuloso (a menos que se pretenda isso).
29/03/2007
O "ar de mau" (ilustração)

Esta ilustração foi foi uma das realizadas aquando do Curso de Ilustração Científica a carvão.
De início era só para ser o olho, mas gostei do resultado, e foi mais rápido do que estava à espera, por isso continuei.
Tentei sugerir as sombras, em vez de as pintar mesmo,. Na maior parte dos casos apercebemo-nos da forma, por dedução, não está tudo desenhado, mas com o que está o cérebro completa o resto, porque sabe como é uma cara, vê-as todos dias.
Em ilustração utiliza-se muito este processo para escamas(caso do velociraptor), penas, pêlos; aqui apliquei-o mesmo aos contornos das formas principais.

